sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Glog _ Verbetes de dicionário

http://jordanathadei.edu.glogster.com/estratgias-de-definio-de-verbetes

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Segue novo avatar, agora com podcast.
http://www.voki.com/pickup.php?scid=7043568&height=267&width=200

Future Learning Landscapes: transforming Pedagogy trough Social Software.



Principais ideias do texto Future Learning Landscapes: transforming Pedagogy trough Social Software.
O texto aponta a web 2.0 (cultura aberta) como possibilidade de transformação pedagógica – Pedagogia 2.0. Essa nova possibilidade descentraliza o ensino das mãos do professor e vai ao encontro das demandas do aluno de hoje: menor controle de seu aprendizado, posicionamento não como consumidor passivo da web, mas como produtor de conhecimentos na esfera digital. Para isso, ele se utiliza de uma variedade de ferramentas que viabilizam o compartilhamento de ideias.
Segundo McLoughlin e Lee (2008), os softwares e ferramentas da web 2.0 podem ser usados face a face ou virtualmente. Mas é no modelo virtual que os alunos criam seus próprios conteúdos / produtos, como vídeos, tags e manipulam imagens e publicam em redes sociais ou em páginas pessoais de compartilhamento. Desse forma, recebem contribuições externas diversas, confirmando a diminuição do controle pelo professor e o aumento de controle do aprendizado pelo próprio aluno.
Mas para que isso ocorra, os educadores precisam estar afinados com o mundo tecnológico em que os jovens vivem e com as habilidades que esse mundo desenvolve e que são relevantes para os usuários da web 2.0. Segundo os autores, neste contexto, o modelo conectivista, que prevê multiplicidade de mídias, comunicação e participação pode ser promissor, conforme demonstram professores da educação pós-secundária.
Para os pesquisadores, a diferença fundamental entre o modelo conectivista e as atividades e cursos mais tradicionais está na profundidade da trocas estabelecidas entre o aluno, seus colegas, instrutores e sociedade, transcendendo os muros da escola.

TICs e novas possibilidades de aprendizado



Enisino de Línguas Mediado por Computadores
Exercícios online
Profa. Júnia Braga
Jordana Thadei



Atividade 3:
Com base no texto e no vídeo da semana, gostaria de convidar vocês para discutir as seguintes questões:
1)                  De que maneira o uso das novas TICs pode contribuir para a ampliação de novas possibilidades de aprendizagem no contexto educacional?
As TICs e os avanços pelos quais elas passam nos impõem mudanças no modo de lidar com a língua / linguagem e propiciam novos letramentos. O filme “helpdesk” nos mostra a necessidade de mudança de comportamento do uso do rolo para o códex. Desde a postura corporal, passando pela possibilidade de realização de ações simultâneas, como ler e tomar nota, até a facilidade na localização de uma informação são viabilizadas com o novo formato de “armazenamento” da escrita. Fazendo um paralelo do tinteiro para a caneta, passamos da possibilidade de escrita somente onde havia tinteiro para a escrita em qualquer lugar onde se tenha uma caneta ou um lápis à mão. E, dando um grande salto no tempo, os equipamentos tecnológicos de hoje nos permitem trazer para a sala de aula enciclopédias antes presas às bibliotecas, mapas, roteiros, localizadores, dicionários em diversos idiomas, calculadoras, filmes e vídeos, música, áudios, entrevistas, dados econômicos, demográficos etc. atualizados, infográficos animados, bem como tradutores de diversos idiomas etc.
Para que isso se tornasse possível, a convergência de diversas outras mídias (rádio, TV, telefone, telégrafo etc.) para uma única máquina foi fundamental. Além disso, o fato de não haver mais a dependência de um computador fixo e conectado ao mundo em um determinado lugar da escola, mesmo que fosse a própria sala de aula, amplia as possibilidades de aprendizagem por viabilizar o contato com uma multiplicidade de linguagens por meio das quais o mundo globalizado se expressa.
Por fim, a era da web 2.0 possibilita que os usuários de tecnologias digitais passem de expectadores de textos diversos a (co)produtores, de leitores lineares a navegadores investigativos, favorecendo, com o isso o seu protagonismo em práticas sociais letradas.
Sendo assim, acredito que as TICs no contexto educacional possibilitam aos alunos formas de se relacionarem com a língua e a linguagem mais condizentes com o que é exigido deles nos contextos sociais letrados mais amplos que o do âmbito escolar.
2)                  De que forma poderemos articular o uso dessas novas TICs levando em consideração o contexto da sala de aula?
Sou tutora em curso de especialização em Língua Portuguesa para professores da rede estadual de São Paulo[1]. Nós também tínhamos esta preocupação com que tecnologias o aluno tinha acesso. Uma das atividades de uma disciplina que tratava de letramento digital era fazer um levantamento dessas tecnologias nas escolas públicas onde os professores trabalham. Para nossa surpresa, geralmente 2 ou 3 em cada classe não têm email ou qualquer forma de acesso à internet fora da escola. E quase a totalidade tem celular com internet, ainda que nem sempre tenham créditos para usar.
Nesse contexto, fica estranho a justificativa de que a escola não tem computadores suficientes, de que a internet é lenta ou de que o acesso se dá apenas uma vez por semana, durante 50 minutos, incluindo o deslocamento dos alunos pela escola. Conforme aponta Paiva (2010), é preciso não separar mais espaços informatizados de espaços não informatizados e uma boa possibilidade para isso pode ser o uso de celulares. Pois, mesmo sem conexão à internet, as possibilidades de uso dos programas e dispositivos do próprio aparelho podem estabelecer a transição entre a cultura do papel e a cultura da tela, até que se tenha acesso a conexões mais amplas.
3)                  Proponho um levantamento de possibilidades pedagógicas de  avatares e podcasts na sala de aula e ‘trabalhos de casa’.

Acredito que só o fato de o aluno acessar sites em inglês e ter que fazer escolhas de itens referentes a partes do corpo, tonalidades de pele, cabelo, cor de olhos, itens de vestimenta e acessórios já é uma forma de familiarização com um vocabulário de um campo semântico específico. Tive oportunidade de ser tutoreada por minha enteada de 11 anos, que foi fazendo inferências do inglês com ajuda das imagens. Quanto ao podcast, acredito que apresentar-se em língua estrangeira é uma boa oportunidade de exercitar o idioma sobre um tema familiar - a própria pessoa - e ainda é uma forma interativa, que se assemelha às conversações realizadas em escolas de língua estrangeira.
Uma possibilidade de variação da atividade seria a apresentação de diferentes perfis aos alunos para que eles os incorporassem e tentassem criar avatares e podcasts distintos. Exemplo: Situação A – um adolescente de 15 anos, que vive no Chile e está de viagem marcada para X para fazer um intercâmbio cultural. Gosta de um esporte Y, é tímido e é sua primeira viagem para fora de seu país. Situação B – uma jovem brasileira de 25 anos, fotógrafa, que está indo para o Canadá fazer um curso de aperfeiçoamento profissional. É solteira, comunicativa e tem interesse em conhecer parte do país. Situação C: Um executivo de 40 anos que procura profissionais estrangeiros para trabalharem em sua empresa. Ele necessita de profissionais que dominem os idiomas inglês e espanhol. Por isso, publicará dois avatares em cada um dos idiomas, apresentando sua empresa e captando cantidatos às vagas.
Referências bibliográficas:
PAIVA, V. L. M. O. A tecnologia na docência em línguas estrangeiras: tensões e convergências. In: Lucíola Licínio de Castro Paixão Santos. (Org.). Convergências e tensões no campo da formação e do trabalho docente. Belo Horzionte: Autêntica, 2010, v. V, p. 595-613.
Disponível em < http://www.veramenezes.com/endipe.pdf> Acesso em 05/11/12.



[1] Redefor – Especialização em Língua Portuguesa – UNICAMP / FUNCAMP / SEE-SP.

A tecnologia influenciando as práticas sociais



“Tão perto e tão distante”. Acredito que a frase possa representar o que a tecnologia possibilita, hoje em dia, às práticas sociais de quem se aventura à navegação pelo infinito oceano da web.
A tecnologia, enquanto ferramenta de prática social na qual se constitui hoje, nos possibilita uma proximidade, apesar de distância física. Acredito que isso ressignifica não só práticas sociais como também laços familiares e relacionamentos. Uma amiga mandou a única filha, de 16 anos, para Austrália, por 6 meses, para um intercâmbio. No dia do aniversário da menina, liguei para consolar a amiga, que eu julgava estar arrasada de saudades. Ela estava ótima. Falava com e via a menina quatro ou cinco vezes por dia.Tomava jantava com a menina todos os dias. Ela e o marido jantando e a menina com o celular na cestinha da bicicleta a caminho da escola, já no dia seguinte ao nosso aqui no Brasil e, muitas vezes, só autorizava a “balada” se a filha entrasse com a câmara do celular ligada para os pais verem em que ambiente ela estava, quem eram as pessoas que frequentavam o lugar, que idade tinham, o que consumiam etc. Minha amiga acreditava que, cercada de tecnologias como estava, a menina era mais monitorada que no ambiente familiar.
Lidar com datas comemorativas, reuniões familiares, compromissos sociais e profissionais hoje em dia também já exigem de nós novos comportamentos. A memória, a agenda, o álbum de fotografias também não são mais os mesmos. E eu não preciso deixar de comprar de uma camisa para o marido, por não saber se ele vai gostar. Uma fotografia e uma mensagem de celular resolvem o problema, assim como eu não preciso mais ficar perdida no estacionamento do shopping, sem saber em que andar deixei o carro. Uma foto da localização na parede do estacionamento resolve o problema.
A tecnologia existe. A demanda também. A questão é o tempo que levamos para incorporar algumas práticas em nossas vidas. Em algumas situações me vejo como no filme “Helpdesk”, sem saber de onde começar. Em outras, penso como vivemos sem uma determinada facilidade tecnológica. E em outras ainda, sinto medo de ter todas essas possibilidades na mão e de não saber o que fazer com elas. Algo como o novo dono do livro de areia que quis tê-lo, mas, ao mesmo tempo teve medo.
Até bem pouco tempo costumava levar câmera fotográfica a eventos, mesmo que com o celular na bolsa. Penso que isso revela que além da questão do domínio das ferramentas tecnológicas, nós que não somos nativos digitais temos ainda o desafio de conhecer as possibilidades que a tecnologia nos oferece. Possibilidades estas que, muitas vezes carregamos na bolsa sem saber.
Conforme Paiva (2010), algumas esferas sociais levam mais tempo para incorporar as tecnologias, não por não disporem delas, mas por questões culturais. Ela exemplifica a escola, cuja parte administrativa é informatizada, mas a sala de aula não. E pior, o professor também não, pois hoje em dia já não se pode acusar as redes de mal equipadas tecnologicamente, quando os alunos possuem suas próprias tecnologias portáteis. Outro problema relacionado são as restrições a determinados usos, como celulares, redes sociais etc. revelando uma visão restritas destas ferramentas e de suas possibilidades de uso pedagógico.
Retomando uma das ideias de Paiva (2010), acredito que muito da lentidão com que muitos de nós incorporam a tecnologia em suas práticas sociais, deve-se ao fato de ainda vivenciarmos (sobretudo na educação) a distinção entre espaços informatizados e espaços não informatizados. Penso que essa separação (falsa separação) atrasa o nosso reconhecimento da tecnologia que anda conosco, pendurada no pulso, dentro da bolsa, acoplada ao carro, em pontos públicos da cidade etc.
PAIVA, V. L. M. O. A tecnologia na docência em línguas estrangeiras: tensões e convergências. In: Lucíola Licínio de Castro Paixão Santos. (Org.). Convergências e tensões no campo da formação e do trabalho docente. Belo Horzionte: Autêntica, 2010, v. V, p. 595-613.
Disponível em < http://www.veramenezes.com/endipe.pdf> Acesso em 05/11/12.

Janela de pousada em São João Del Rey

Monte Verde - MG

Doces de Monte Verde - MG

 Leitoa "mineiríssima" na minha casa em SP.


Ouro Preto - MG

Ouro Preto - MG - vista do Museu da Inconfidência

Rua da Direita - Ouro Preto - MG

Ouro Preto - Minas Gerais
Ouro Preto - MG