Principais ideias do
texto Future Learning Landscapes:
transforming Pedagogy trough Social Software.
O texto aponta a web 2.0 (cultura aberta) como possibilidade
de transformação pedagógica – Pedagogia 2.0. Essa nova possibilidade
descentraliza o ensino das mãos do professor e vai ao encontro das demandas do
aluno de hoje: menor controle de seu aprendizado, posicionamento não como
consumidor passivo da web, mas como produtor de conhecimentos na esfera
digital. Para isso, ele se utiliza de uma variedade de ferramentas que
viabilizam o compartilhamento de ideias.
Segundo McLoughlin e Lee (2008), os softwares e ferramentas
da web 2.0 podem ser usados face a face ou virtualmente. Mas é no modelo virtual
que os alunos criam seus próprios conteúdos / produtos, como vídeos, tags e
manipulam imagens e publicam em redes sociais ou em páginas pessoais de
compartilhamento. Desse forma, recebem contribuições externas diversas,
confirmando a diminuição do controle pelo professor e o aumento de controle do aprendizado
pelo próprio aluno.
Mas para que isso ocorra, os educadores precisam estar
afinados com o mundo tecnológico em que os jovens vivem e com as habilidades
que esse mundo desenvolve e que são relevantes para os usuários da web 2.0.
Segundo os autores, neste contexto, o modelo conectivista, que prevê
multiplicidade de mídias, comunicação e participação pode ser promissor,
conforme demonstram professores da educação pós-secundária.
Para os pesquisadores, a diferença fundamental entre o
modelo conectivista e as atividades e cursos mais tradicionais está na
profundidade da trocas estabelecidas entre o aluno, seus colegas, instrutores e
sociedade, transcendendo os muros da escola.
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